PROJETO DE PESQUISA: UM ESTUDO ETNOGRÁFICO DO HOMEM GAY RIO-CLARENSE
- Emersom Franca
- 21 de jan.
- 12 min de leitura

EMERSOM FERREIRA DE FRANÇA (AUTOR)
UNICAMP - UNIVERSIDADE DE CAMPINAS (DESTINATÁRIO)
RESUMO
O Presente Projeto tem como intuito desenvolver pesquisa para estudar os grupos LGBTQIA+ da cidade de Rio Claro – SP sendo objeto histórico de estudo os homens gays. A pergunta que norteará a pesquisa é: quais são as inseguranças sociais enfrentadas pelos homens gays que habitam a cidade de Rio Claro no interior do estado de São Paulo há mais de 10 anos? Assim, definiu-se como objetivo geral da pesquisa a ser desenvolvida: demonstrar através de recursos audiovisuais e da produção de relatórios as principais formas que a insegurança social se apresenta aos homens gays. Mesmo tendo como foco de estudo homens (cis/trans) gays que habitam a cidade de Rio Claro há mais de 10 anos, outras vivencias captadas através do relato audiovisual, seja através de recursos fotográficos ou sonoros também poderão ser utilizados como uma ferramenta complementar para entender a hipótese sustentada de que o homem gay da cidade de Rio Claro – SP possui maiores inseguranças sociais do que os heterossexuais, onde conceitos como solidão, empatia, imagem e reflexo necessitam ser estudados. Há pretensão de concluir o estudo qualitativo baseado na metodologia da pesquisa etnográfica no período de 12 meses e se utilizar da pesquisa de campo com a aplicação de entrevistas como o principal material de estudo, além de base bibliográfica. Espera-se como resultado ser capaz de demonstrar algumas das formas de insegurança social que afetam os homens gays bem como gerar um compilado audiovisual com relatos da comunidade LGBTQIA+ rio-clarense, que serão reunidos em um videodocumentário.
Palavras-chave: Homem; Gay; Rio Claro; LGBTQIA+.
1 INTRODUÇÃO
O estudo tem como foco demonstrar as principais inseguranças que afetam os homens gays da cidade de Rio Claro - SP, seja ela social, cultural, financeira ou de autoidentificação; além de ressaltar a importância da referência da cultura pop (cinema, música, artes em geral) na construção da autoidentificação do homem gay da cidade de Rio Claro, pontuando conceitos como imagem, estereótipo e representação social.
Verifica-se que as últimas 5 décadas foram marcadas por intensas transformação advindas da forma de se pensar e conceber o mundo, principalmente em relação ao homem e sua sexualidade. De acordo com Berman (1986, p.8), na sociedade moderna “todos são movidos, ao mesmo tempo, pelo desejo de mudança — de autotransformação e de transformação do mundo ao redor”.
A revolução tecnológica pode ser vista como uma das principais responsáveis por transformar os hábitos e a forma do indivíduo se referenciar em sociedade. (OLIVEIRA; BEZERRA, 2021). Se antes as pessoas buscavam jornais, revistas, livros ou mesmo a própria comunidade local como fontes de inspiração, seja para moda, música, dramaturgia e demais formas de expressão político-cultural, com o desenvolvimento das televisões, computadores, celulares e demais equipamentos eletrônicos foi possível se inovar e trazer novas formas de se desconstruir.
Verifica-se em Oliveira e Bezerra (2021) que através dos recursos midiáticos disponibilizados pela televisão, por exemplo, foi possível se trazer a desconstrução de imaginários sociais fortemente reforçados desde a idade média, principalmente sobre o papel da mulher em sociedade e a relação antropológica do homem com o sexo, antes dogmas inquestionáveis.
Figuras marcantes hoje são referência por sua bravura, por defender a livre expressão social e artística que englobam nomes como Marilyn Monroe, Madona, Andy Warhol, Michael Jackson, Barack Obama, Luís Inácio e outros, elementos chave que representam resistência.
De acordo com Lerner (2021) o empoderamento das mulheres também favorece a luta de outras minorias, como exemplo, Beyonce, mulher, negra que defende o discurso de respeito as diferenças e dá visibilidade na representatividade político-social a outros grupos, onde comunidades negras e LGBTQIA+ foram valorizados.
Verifica-se que o espaço conquistado pelo público LGBTQIA+ na cultura popular se desenvolveu grandemente nos anos 80 após a expansão da comunidade gay em Nova York e da visibilidade dada ao vouguing por Madona. (GUILBERT, 2002). No Brasil após a segunda metade dos anos 1970 Rogéria “a travesti da família brasileira” ganha destaque. Em 1977 Claudia Celeste foi a primeira mulher trans a participar de uma novela brasileira.
Além disso, os anos 80 também trouxe artistas de renome como Cazuza, Renato Russo, Ney Matogrosso, Cássia Eller, os quais tratam a sua homoafetividade com naturalidade publicamente. Essa parece ser a belle époque do movimento gay, mesmo sendo estratificada e ainda não se tendo um movimento LGBTQIA+ como hoje.
O fato de ainda não haver coesão entre as diferentes tribos nos anos 80: gays, lésbicas, transexuais, bissexuais, entre outros, foi um dos fatores, na opinião de Nazaré (2012), do movimento LGBTQIA+ ter caminhado em passos tão lentos antes da revolução trazida pelas redes sociais e após o HIV, um vírus que virou estigma.
Todos os LGBTQIA+ querem ser aceitos socialmente e ter o seu papel social validado, porém, o processo de união foi gradativo, mas hoje os membros que se incluem sob os princípios do movimento entendem que todos lutam pela mesma causa: Respeito e inclusão social. (NAZARÉ, 2012). Na série Pose, produzida pelo canal FX, por exemplo, pode-se notar claramente o preconceito dos homens gays pelos transexuais na década de 1980. Fato esse demonstra a importância da união entre os grupos para enfrentar as adversidades.
Anitta ao formar o seu balé com mulheres fora dos padrões aceitos, acima do peso, também fez ato memorável. Pablo Vittar, Glória Groove, Lia Clark, Urias, símbolos da modernidade em transformação.
De acordo com Berman (1986, p.11), “a experiência ambiental da modernidade anula todas as fronteiras geográficas e raciais, de classe e nacionalidade, de religião e ideologia”. Graças as transformações no campo do pensamento as obras audiovisuais hoje podem retratar a maioria os contextos sem censura. Porém, no que se refere as produções audiovisuais de massa, ainda se vê carregada de valores estéticos e estereótipos.
A individualidade é colocada em segundo plano e fatores estéticos são privilegiados em obras onde a publicidade é o objetivo, principalmente na cultura de massa onde padrões sociais são construídos. Ao se analisar a história da televisão brasileira, a narrativa cisgênero branca foi reforçada durante décadas. (SANTOS; LIMA, 2017).
Porém, padrão é um método de gerenciamento de produção impossível de se encaixar a singularidade humana, onde até mesmo cada dedo se difere, não há como encontrar coesão estética para indivíduos em sociedade, todos são diferentes e merecem ser respeitados de igual forma, independente de cor, peso, gênero ou condições que lhe possam abater a carne.
Assim, buscar-se-á entender quais inseguranças vivenciam os homens gays de Rio Claro - SP. O presente problema de estudo surgiu após visita técnica realizada no mês de março de 2022 em um espaço de confraternização voltado ao público LGBTQIA+ da cidade denominado Joaquina Lounge Bar.
No dia da visita ao estabelecimento foi possível se ter contato e realizar uma breve entrevista com 10 pessoas que estavam no local, onde foi discutido questões de gênero, pertencimento social, solidão, empatia, imagem e reflexo do homem gay.
A entrevista foi conduzida de forma semiestruturada com perguntas-chave feitas como contexto para se investigar a forma como a insegurança se manifestava no indivíduo. Após essa etapa, foi realizado um videodocumentário com as principais informações registradas. (APÊNDICE A).
Rio Claro possui cerca de 200 mil habitantes e está localizada a 180km da capital do Estado, São Paulo - SP. Além do Joaquina Lounge Bar os grupos LGBTQIA+ da cidade possuem mais 2 locais de socialização, sendo eles: “Santo Giro” e “LaSe7e”. Todos espaços voltados para promover a cultura e diversidade.
Verifica-se que os indivíduos LGBTQIA+ recebem uma carga extra na vulnerabilidade social, se já não fosse suficiente ter que lidar com problemas como segurança alimentar, empregatícia, falta de acesso a recursos culturais, desigualdades entre demais questões que impactam a dinâmica social, eles ainda sofrem discriminação e preconceito.
No Brasil uma pesquisa realizada Grupo Gay da Bahia (GGB) divulgado em 2019 revela que a cada 23 horas é registrado 1 morte por homofobia, dados esses que são reforçados pelo Ministério dos Direitos Humanos que entregou a Advocacia-Geral-da União um relatório onde constava que entre os anos de 1963 e 2018, 8027 pessoas foram assassinadas no Brasil em razão de sua orientação sexual ou identidade de gênero. (ZUIN, 2021, p. 4).
Mesmo nesse cenário pessimista, verifica-se que na cidade de Rio Claro o impacto do preconceito social enfrentado pelos grupos LGBTQIA+ vem diminuindo gradativamente. Porém, a partir de observação, conclui-se que isso não quer dizer que o preconceito está se dissolvendo, mas sim que os grupos oprimidos estão cada vez mais articulados e preparados para a sua defesa. Principalmente após fortalecimento do movimento pelas redes sociais.
Na verdade, percebe-se que nos últimos 20 anos tem havido uma crescente luta pela representatividade dos mais diferentes grupos nas obras audiovisuais, principalmente motivado pelas redes sociais, seja negros, moradores das comunidades (favelas), dos nordestinos, das narrativas que saiam do padrão cinematográfico centrado na elite paulista e carioca. Mas ao público LGBTQIA+ apenas em 2014 houve o primeiro beijo gay em uma novela transmitida em rede nacional, “Amor à Vida” de Walcyr Carrasco.
De acordo com Santos e Lima (2017) os seres humanos se assistem através dos recursos audiovisuais e criam suas próprias narrativas tomando como base uma obra, porém, ao se tratar da cultura de massa, esquecem-se que estão lidando com uma indústria programada para dar lucros, onde imagem e estereótipo podem se confundir.
Parece que o “Felizes para sempre” para a comunidade LGBTQIA+ nunca existiu de forma referencial nos conteúdos audiovisuais. A maioria dos filmes lançados até 2014 com a temática LGBTQIA+ tratava sobre questões como suicídio, HIV, amores impossíveis, bullying e demais representações que em sua grande maioria apenas trazia aspectos conturbados sobre a imagem social do homem gay.
Assim, verifica-se que a imagem do homem gay é/foi construída de forma destorcida, mesmo com toda a valorização nos anos 1980 e da continua luta para aceitação dos relacionamentos homoafetivos em sociedade. Assim, pode-se questionar os impactos que a falta de parâmetros de felicidade pode ter na qualidade de vida dos homens gays e quais inseguranças sociais isso gera. Abaixo, apresenta-se a justificativa para escolha tema.
1.2 JUSTIFICATIVA
Cada vez mais parece se estreitar para uma abordagem mais clássica do homem em sociedade, onde o corpo, a arte, os sentimentos e as abstrações se tornam o objeto de estudo em pesquisas. Conceitos como “ócio” e “criatividade” muito trabalhado por teóricos do lazer como Domenico de Masi (2000) quando implementado pelas teorias da Administração, na área dos Recursos Humanos, por exemplo, trouxe uma nova abordagem na forma de se encarar as necessidades dos colaboradores e propiciou melhores oportunidades de se repensar a relação hierárquica do trabalho.
Empresas hoje já se desenvolvem seu organograma em sentido horizontal, (Chiavenato, 2013), onde todos os colaboradores são vistos como parte de um sistema maior, assim, benefícios como uniformes (professional attire) flexíveis e ambiente de trabalho descontraído já pode ser uma realidade presenciada em companhias modernas. Muitas buscam trabalhar ambientes que estimulem a criatividade e dão o poder de decisão aos seus funcionários.
Dessa forma, entende-se que estudos que antes eram vistos como menos importantes hoje são o diferencial que está fazendo a sociedade avançar em suas relações de trabalho e sociais. Dessa forma, estudar as inseguranças que compõe o homem gay da cidade de Rio claro pode trazer resultados primários que poderão ser utilizados na área das ciências sociais bem como da psicologia e trazer novas perspectivas ao se olhar a imagem o homem gay.
Verifica-se que as necessidades emocionais dos homens são subjugadas e o mesmo ocorre com os gays, as pessoas esperam sempre a felicidade, mas parece que nunca estão prontas para lidar com as questões subjetivas, as quais, muitas vezes, são construídas ainda no período da infância, ao não ter referenciais para sustentar os aspectos de sua personalidade que se diferem do grande grupo e que pode ser melhor entendido a partir da formação do “eu”.
O “eu” é entendido como um repertório verbal que descreve as condições corporais e o comportamento do próprio indivíduo, sendo construído em contingências sociais, por meio de questionamentos feitos pelos membros da comunidade verbal, que permitiram ao indivíduo voltar-se para si mesmo. (MALACRIDA; LAURENTI, 2018, p.69).
Nesse ponto, a partir dos aspectos apresentados na construção do “eu” por Malacrida e Laurenti (2018), questiona-se os impactos aos homens gays, em uma sociedade referencial e preconceituosa com aqueles que se diferem do grupo. Percebe-se que pouco ainda se é falado sobre a saúde mental homem gay.
Assim, entende-se a vulnerabilidade social desse público, onde estudos merecem ser realizados para buscar alternativas conjuntas para se auxiliar esses indivíduos a superar as inseguranças e ter estruturas para se planejar uma vida feliz e saudável como qualquer outro cidadão.
A maior incidência da dependência química da comunidade LGBTQIA+ também é um reflexo da falta de assistência do Estado, assim como os crescentes casos de suicídio entre esse público, o que aumenta a necessidade de ações urgentes.
Em síntese, a literatura internacional, enfatiza, pelos dados pesquisados e analisados que gays e lésbicas são os grupos mais estudados, com taxas muito elevadas de consumo de álcool e uso de drogas do que a população em geral, com a particularidade também de terem as taxas mais altas de transtornos de humor e ansiedade e geralmente responderem melhor aos tratamentos. (DUARTE, 2017, p. 3).
De acordo com Zuin (2021) a legislação desempenha um papel importante para proteção dos indivíduos LGBTQIA+, mesmo com os avanços trazidos pela criminalização da homofobia em 2019, ainda precisa se desenvolver ações focadas especialmente nesse público, como forma de salvaguardar quem está em situação de vulnerabilidade. No próximo tópico, apresentam-se os objetivos da pesquisa.
2 OBJETIVOS
2.1 Geral
· Demonstrar através de recursos audiovisuais e da produção de relatórios as principais formas que a insegurança se apresenta aos homens gays que habitam a cidade de Rio Claro há mais de 10 anos.
2.2 Específicos
· Investigar o público LGBTQIA+ da cidade de Rio Claro;
· Desenvolver questionário para aplicação;
· Gravar entrevistas com o público gay;
· Produzir relatórios e material audiovisual.
3 MATERIAL, MÉTODOS E FORMA DE ANÁLISE DOS DADOS
O presente estudo fará uso da metodologia da pesquisa etnográfica, de cunho exploratória, com embasamento em pesquisa bibliográfica e abordagem qualitativa e quantitativa. Uma das explicações mais importantes na metodologia de uma pesquisa etnográfica é a visão adotada pelo pesquisador, pois ele será o grande responsável por observar e detalhar a realidade, sendo a metodologia a base para direcionar a sua atenção.
A presente pesquisa fará uso do método indutivo, o qual de acordo com explicação de Prodanov e Freitas (2013, p. 29) é sistematizado em:
Observação de fatos ou fenômenos cujas causas desejamos conhecer. A seguir, procuramos compará-los com a finalidade de descobrir as relações existentes entre eles. Por fim, procedemos à generalização.
Dessa forma, pretende-se realizar os estudos em grupos de pelo menos 3 indivíduos LGBTQIA+ que estão presentes em um dos locais de confraternização mencionados: Joaquina Lounge Bar, Santo Giro ou LaSe7e. Mediante consentimento registrar o acontecimento, de forma natural, para que se permita manter a confiabilidade da pesquisa.
Utilizar-se-á do método experimental. De acordo com Prodanov e Freitas (2013), poucas são as diferenças entre o método experimental e observacional. Gil (2008, p.16) relata que “nos experimentos, o cientista toma providências para que alguma coisa ocorra, a fim de observar o que se segue, ao passo que, no estudo por observação, apenas observa algo que acontece ou já aconteceu.”
De acordo Prodanov e Freitas (2013), o método experimental permite o pesquisador interagir com o objeto de estudo, fazendo provocações críticas sobre as questões que estão em pauta no estudo, sempre com o total respeito as diretrizes estabelecidas nos direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) bem como das diretrizes estabelecidas pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), das regulamentações estaduais e municipais, bem como dos regimentos internos da universidade.
Buscará calçar a pesquisa nas premissas funcionalismo, o qual de acordo com Prodanov e Freitas (2013) utiliza Durkheim como um autor de referência e tem o foco nas interações socioculturais, a socialização aqui é estudada tomando como base determinantes biológicas e psíquicas.
Em síntese, entende-se que um estudo etnográfico tem como intuito a descrição de um povo, seja em seus atributos físicos ou socioculturais com o olhar sempre a evitar generalizações, pois cada indivíduo, mesmo que membro pertencente de um grande grupo, é singular. De acordo com Macedo, Fernandez e Santos (2017) a etnografia surge no final do século XIX e início do século XX com a necessidade de pesquisadores entenderem de forma mais adequada e aprofundada comunidades e grupos sociais.
Assim, pretende-se desenvolver a pesquisa etnográfica participativa. De acordo com Macedo, Fernandez e Santos (2017), ao se tratar de pesquisa participativa é ideal tomar cuidado redobrado ““objeto de pesquisa” implicaria, apesar de sua aparente neutralidade, a subordinação daqueles cuja “realidade” se procura conhecer. Sendo objetos de pesquisa seriam, também, objetos da história”.
Tomando-se como base Prodanov e Freitas (2013), entende-se que os dados obtidos através entrevistas podem ser comparados e descritos qualitativamente, apresentando-os da melhor forma para se visualizar, seja através de gráficos, tabelas, quadros ou texto corrido, no caso, o documentário em vídeo.
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