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A INFLUÊNCIA DO JORNAL NACIONAL NA VIDA DOS BRASILEIROS


UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO

São Paulo - 2020


1 INTRODUÇÃO

A comunicação é um dos mais importantes recursos humanos, sendo o principal pilar da sociedade, o ponto inicial para se construir qualquer relação com o próximo.De acordo com Neto (2018), os jornais são um dos principais veículos de comunicação e as técnicas de produção jornalística se desenvolvem e aprimoram a partir da revolução industrial, resultando numa atividade profissional primeiramente voltada ao cotidiano de uma sociedade urbana industrializada. Assim ocorre também no Brasil.

A comunicação, sob a perspectiva da representação social, é o fenômeno pelo qual uma pessoa influencia ou esclarece outra que, por sua vez, pode fazer o mesmo em relação à primeira. Seus elementos básicos são o emissor, o receptor, a mensagem, o código e o veículo. Atualmente, o estudo científico da comunicação ganhou grande impulso, depois de constatada a extraordinária importância econômica, social, política e ideológica do processo comunicacional (ALEXANDRE, 2001, p. 118).

Os canais de comunicação vêm se alterando rapidamente ao longo das últimas décadas, se por um lado o jornal impresso dominava a informação no começo do século XX, em menos de 30 anos já disputava espaço com o rádio e com a televisão, esse ainda menos democrático e acessível para todos, pelo menos no início.

Verifica-se que ao longo da década de 1970, a televisão se tornou o principal veículo de comunicação, superando o rádio e o jornal impresso, mesmo os dois últimos sem perder relevância e prestigio, socialmente,acabava por ser mais cômodo ver um jornalista apresentar as notícias, do que apenas ler ou ouvi-las.

Dessa forma, nos diversos canais os telejornais ganharam destaque durante a grade, sendo um momento da família se reunir frente à televisão para escutar às notícias, fazendo parte da cultura social da época. Na rede Globo, o principal jornal do horário nobre entra no ar, o Jornal Nacional.

A Rede Globo se configurou como um dos maiores impérios de comunicação do mundo e o maior monopólio da televisão no Brasil. Além das telenovelas, o seu programa de maior audiência passou a ser o “Jornal Nacional”, criado em 1969. Antes do JN, a Globo criara o seu primeiro telejornal: o “Tele Globo”, apresentado por Hilton Gomes e Aluisio Pimentel, com duas edições de apenas 15 minutos. Hoje, mais de três décadas depois, o Jornal Nacional abarca um tempo muito maior na grade de programação e é veiculado durante cerca de 1 hora, intercalado por intervalos comerciais(MATOS, 2002, p. 118).

Desde sua criação, o Jornal Nacional, pelo fato de ser o primeiro noticiário transmitido à todo Brasil, já se apresentava como algo relativamente importante. Cabe ressaltar, neste primeiro momento, que o JN empenhou-se na criação do conceito de uma notícia com dimensãomacro (MENDES, 2006)

No Jornal Nacional não há emissão explícita de opiniões por parte dos apresentadores, e isso se caracteriza como um fator de construção de imparcialidade. Gomes (2005) ainda ressalta a constante presença de especialistas e da sustentação por números, dados estatísticos e gráficos, o que evidencia um caráter didático do noticiário.

Durante muitos anos o Jornal Nacional é o principal no número de audiência, porém, desde o surgimento da internet e a sua democratização, os meios de comunicação vêm se revolucionando, dessa forma, a informação acaba por se tornar cada vez mais digital.

Porém, verifica-se que veículos de impressa já consolidados ganham destaque na repercussão de notícias confiáveis no meio digital, como é o caso do portal Globo.com, o qual tem grande parte de seu prestigio hoje, por conta da histórica contribuição do Jornal Nacional à informação comprometida e verídica.


2 JUSTIFICATIVA

Justifica-se a escolha da temática pela oportunidade de apresentar a importância que um telejornal como o Jornal Nacional tem no Brasil, auxiliando a sociedade no processo de construção da informação e comunicação, ganhando ainda mais importância nos dias atuais com o crescimento das FakeNews.

Na temática foi encontrado a possibilidade de incluir a importância do jornalismo à sociedade, pegando como exemplo o maior telejornal brasileiro. Sendo que a abordagem oportuniza que sejam realizados discussões e estudos com múltiplos focos, onde pode-se analisar a sociedade, o jornalismo em si, a televisão brasileira e outros importantes aspectos da comunicação no Brasil.

Dessa forma, entende-se que o jornalismo quando desenvolvido em um meio de comunicação de massa, como a televisão, dentre outros aspectos, desempenha importância ao transmitir informações relevantes e confiáveis, auxiliando no fluxo de informação e desenvolvendo uma comunicação que visa deixar todos cientes de diferentes processos que estão a ocorrer em diferentes setores sociais e em distintas partes do globo.

Dessa forma, a sociedade pode se desenvolver de forma mais uniforme através da informação, possibilitando a construção de estratégias por parte do setor público e privado. Além disso, tem-se grande interesse pelo Jornal nacional, com isso, acredita-se que o estudo da temática será de grande valia para formação acadêmica e profissional, auxiliando no desenvolvimento pessoal.


3 OBJETIVOS

 

3.1 Objetivo Geral

 

• Compreender porque a informação desenvolvida pelo Jornal Nacional é benéfica à sociedade.

 

3.2 Objetivos Específicos

 

• Analisar a importância social da comunicação;

• Caracterizar ações do Jornalismo desenvolvido na televisão;

• Discorrer sobre a importância do Jornal Nacional;

• Apresentar exemplos benéficos da informação apresentada no Jornal Nacional.

 


4 METODOLOGIA

A presente pesquisa, desenvolve-se no período correspondente aos meses de agosto de 2020 a dezembro de 2020, o processo de desenvolvimento desse estudo é baseado na metodologia da pesquisa bibliográfica. A referida consiste em contribuir ao conhecimento, utilizando-se de fontes estritamente secundárias. As quais são advindas de produções acadêmicas diversas como: teses, dissertações, monografias, entre outras, bem como artigos, sites e livros. A respeito dessa tipologia de pesquisa Severino (2007), diz:

[...] registro disponível, decorrente de pesquisas anteriores, em documentos impressos, como livros, artigos, teses etc. Utilizam-se dados de categorias teóricas já trabalhadas por outros pesquisadores e devidamente registrados. Os textos tornam-se fontes dos temas a serem pesquisados. O pesquisador trabalha a partir de contribuições dos autores dos estudos analíticos constantes dos textos (SEVERINO, 2007, p.122).

Sendo uma pesquisa estritamente de caráter bibliográfica a população deste estudo corresponde a estudos relacionados à temática do jornalismo, comunicação e Rede Globo. Dessa forma, a coleta de informação bem como de dados será proveniente de diversas publicações.

Dessa forma, o que será feito é uma revisão da bibliografia existente sobre a temática. A análise e a interpretação dos resultados elaborados posteriormente a coleta de dados e informações será produzida mediante diálogo pautado na análise dos discursos de autores.

A análise do discurso  não  busca  uma  verdade  nuclear  do  signo,  pois  é  contra  a  imanência estruturalista.  O  que  ela  pretende  é  reconstruir  as  falas  que  criam  uma  vontade  de  verdade científica  em  certo  momento  histórico.  Busca-se  verificar  as condições  que  permitiram  o aparecimento  do  discurso.  Explicar  por que  tomou  esse  sentido  e  não  outro.  Sempre relacionando o linguístico com a história e com o ideológico (PAULON; NASCIMENTO; LARUCCIA, 2014, p. 30).

As principais bases de dados que serão utilizadas na produção da presente pesquisa serão: Scielo, Capes e Google Acadêmico. Em relação às palavras chave, pretende-se achar resultados com os termos “Jornal Nacional”; “Importância do Jornalismo” ; “Sociedade e comunicação digital” e etc.


5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

E da natureza humana buscar a integração com o meio e com aqueles a sua volta, seja de forma harmônica ou como se pode presenciar no decorrer da história a brutalidade e imposição. Verifica-se que houve uma lenta e grande transformação no decorrer do tempo na forma como se dá a relação dicotômica entre o homem e o seu meio. Nesse contexto, a comunicação se consolida como fator de diferencial e progresso.

A comunicação é um artefato inerente a todos os animais, a qual pode ser realizada por intermédio de feromônios, sonidos, gestos ou mesmo da fala. A capacidade de transmitir informações garante a sobrevivência de uma espécie (VIELLIARD, 2004).

Na sociedade tal como a conhecemos hoje a comunicação é indispensável mesmo para a realização de processos básicos como dirigir, onde os semáforos e as placas controlam o tráfego de veículos. Segundo Bordenave (2017), muitas das informações no contexto social são visuais, utilizando artefatos como a escrita, símbolos e junções de cores para construir uma mensagem.

A comunicação sonora também tem grande relevância para a transmissão de informações entre os seres humanos, sendo a fala uma evolução que permitiu a organização e a troca de conhecimento. Pode ser considerado o maior diferencial do ser humano em relação aos demais animais. Se parar para pensar na complexidade das mais diferentes línguas presentes no mundo, pode-se chegar à conclusão da sua importância para o desenvolvimento social.

A palavra comunicação comporta vários sentidos. Ela se move em um terreno instável, flou, sem contornos nítidos, nas fronteiras híbridas do vasto campo das ciências sociais e humanas. A construção desse campo singular de conhecimento nasceu polêmica e continua marcada pelo questionamento de sua legitimidade científica. Ainda hoje os especialistas têm dificuldades para delimitar a área da comunicação a partir de uma perspectiva teórica ou de um objeto de pesquisa. E, dentro dessa área, os estudos específicos sobre o jornalismo ainda são vistos com uma certa desconfiança por acadêmicos mais ortodoxos (ADGHIRNI, p.51, 2016).

Porém, nas épocas primitivas, a única forma de comunicação era a oral, com isso, desconhece-se a quantidade de tempo necessário para a dissipação de uma informação. Com isso, não havia uma integração social entre diferentes comunidades, cada uma vivia de forma independente.

Sabe-se que o deslocamento dos povos e a socialização com outras comunidades nas centenas de anos posteriores possibilitou a disseminação do conhecimento das práticas do fogo e da agricultura. No decorrer do tempo tal conhecimento foi fator determinante para sedentarização do homem e a formação dos primeiros assentamentos e posteriormente das primeiras cidades, possibilitando o surgimento primário das formas de socialização no contexto urbano.

Resgatando-se Adghirni (2016), entende-se que com o advento da escrita o conhecimento passou ser transmitido de forma mais fiel e sem grandes distorções, com isso, o ser humano pôde posicionar os seus feitos e incrementar o conhecimento já existente. Até os dias atuais ainda se cita os grandes pensadores da antiguidade, os quais receberam influencias em suas obras escritas do conhecimento que já era transmitido de forma oral no ambiente circundante.

Para a sociedade a escrita foi um dos maiores impulsos, possibilitando o desenvolvimento da política, das artes, religião, educação, saúde e demais áreas sociais. De acordo com Adamovicz (2008), com o advento da impressão na idade média, o conhecimento pode ser melhor aproveitado. Já que um livro poderia levar anos para ser copiado, enquanto que por meio da impressão esse processo durava pouco tempo.

Quando em 1455 Gutenberg imprimiu o primeiro livro, conhecido como a “bíblia de Gutenberg”, a tipografia possibilitou a difusão de novos conhecimentos, o que em alguns casos causou a ruptura com o sistema de governo estabelecido. Um exemplo disso foi a reforma protestante liderada por Martinho Lutero que entre os seus manifestos estava a impressão da bíblia em alemão, permitindo que os crentes tivessem acesso a palavra de Deus na sua língua materna (REIS, 2014).

De acordo com Reis (2014), o primeiro jornal a ser publicado com regularidade aconteceu em 1631, na França, chamado de Gazette, ou seja, 176 anos após a invenção de Gutenberg, quando os custos para impressão começaram a ser menores. Porém, considera-se que o jornal era um meio de comunicação mais voltado para as elites, considerando-se que a maioria das pessoas eram analfabetas.

Para Silva (2012), a partir do desenvolvimento da telegrafia sem fio e da radiocomunicação surgiu o rádio, pela primeira vez então, a distância deixou de ser barreira para a comunicação. Para kischinhevsky(2018), o  rádio pode ser considerado uma das invenções que revolucionou a forma de comunicação utilizada, descartando a necessidade da proximidade dos interlocutores, sendo também muito utilizado com o proposito recreativo.

Em seus primeiros anos a transmissão de notícias pelo rádio consistia na leitura de textos de jornais, sempre da forma mais fiel possível, não haviam adaptações ou reescritas. A evolução acontece lentamente com o desenvolvimento de um estilo de textos próprio e o abandono da leitura seca dos jornais impressos. A linguagem do radiojornalismo adquiriu então, outro ritmo. Sua musicalidade propiciou melhores condições para que o ouvinte absorvesse a mensagem e estabelecesse uma relação de significância em um meio que fala para um receptor disperso(BAUMWORCEL, 2001).

Com o advento do audiovisual, recurso que reúne vídeo e áudio em um mesmo canal de comunicação, a televisão e o cinema ganharam primazia social, sendo responsáveis por mudanças nos hábitos de consumo e padrões de beleza. Segundo a Ancine (2020), o audiovisual trabalha com os dois maiores sentidos humanos: a fala e a visão, conseguindo entregar de forma efetiva uma mensagem.

De acordo com Williams (2017), a televisão é um canal de comunicação muito eclético, com origens, culturas, costumes e gostos diversos. Existem muitas emissoras de TV e cada uma delas produz e destina sua programação para públicos distintos. A TV a cabo promove ainda mais a segmentação do público a partir da programação que oferece ao consumidor.

Em seus mais de 50 anos, a televisão brasileira se transformou num dos principais instrumentos de informação e de formação para um enorme contingente populacional. Assim, acaba até hoje representando um importante papel na garantia do direito de livre acesso às informações o qual deve sustentar o exercício pleno da cidadania para um cada vez maior número de pessoas(NETO, 2018, p 2).

Nesse sentido, no que tange o acesso à informação, os telejornais apresentam   e   representam   a   realidade   aos   brasileiros,   e contribuem  para  a  construção  de  sua  própria  identidade  como  cidadãos  de  um  país  em que o primeiro programa televisivo a ser exibido em rede foi exatamente um telejornal: o  Jornal  Nacional  (JN),  veiculado  pela  Rede  Globo.

De acordo com Matos (2002), sem embargo, diversas análises apontam o importante papel desempenhado pelo Jornal Nacional ao longo das últimas décadas, e, de modo especial, indicam a posição parcimoniosa de sua cobertura, sobretudo política.

De acordo com Coutinho (2010), o Jornal Nacional é apresentado  desde  1º de setembro de 1969, de segunda-feira a sábado. Foi o primeiro programa gerado no Rio de Janeiro em rede nacional. Começou a ser comandado pelo jornalista Cid Moreira e ao longo de dos cinquenta anos, vários apresentadores já passaram pelo Jornal Nacional.

O Jornal foi se transformando conforme as mudanças sociais, se no princípio as notícias eram apenas lidas, atualmente, verifica-se atuações mais personalizadas de apresentadores e repórteres, o que visa atrair a atenção do público. Antes do Governo do Presidente Jair Bolsonaro, havia um processo crescente de processo crescente de despolitização do Jornal Nacional. Porém, atualmente o jornal é visto por muitos como “esquerdista”, quando na verdade ele apenas continua mantendo o bom senso, algo que falta para muitos.

Mesmo com isto, de acordo com Mata (2002), em lugar da informação política, a opção do maior telejornal do país tem sido a ênfase nos chamados fait divers: matérias sobre comportamento, casos policiais isolados, esportes, com destaque para as estrelas do futebol, dentre outros.

A internet vêm revolucionando as formas de compartilhamento de informação e conhecimento, possibilitando a comunicação instantânea entre diferentes pessoas pelo mundo. Trazendo grandes mudanças também nos hábitos de lazer humano com as redes sociais e aplicativos, os quais também são utilizados como artificio de informação.

Com o advento da internet, a sociedade contemporânea presencia o que se chama de globalização, onde processos informação, produção e consumo podem ser realizados nas mais diferentes partes do mundo, moldando a estrutura do comércio e das relações humanas.


REFERÊNCIAS

ADAMOVICZ, Anna Lúcia Collyer. Imprensa Protestante na Primeira República: Evangelismo, informação e produção cultural. O Jornal Batista (1901 – 1922). São Paulo, 2008. 432f. Tese (Doutoramente em História Social). Universidade de São Paulo.

 

ADGHIRNI, Zélia Leal. O lugar do jornalismo na comunicação. LÍBERO, n. 17, p. 51-62, 2016.

 

ANCINE. Fomento. Disponível em:<https://www.ancine.gov.br/pt-br/fomento/o-que-e>. Acesso em: 10 jun. 2020.

 

BAUMWORCEL, Ana. Radiojornalismo e sentido no novo milênio. IN: MOREIRA, Sonia Virgínia, DEL BIANCO, Nélia R. Desafios do rádio no século XXI. São Paulo: Intercom, Rio de Janeiro: UERJ, 2001.

 

BORDENAVE, J. E. D. O que é comunicação. Brasiliense, Brasília, 2017.

 

COUTINHO, I. Narrativa e Identidade:  A construção dos desejos do Brasil no Jornal Nacional . Revista ALTERJOR Grupo de Estudos Alterjor: Jornalismo Popular e Alternativo (ECA-USP) Ano 01 – Volume 01      Edição 01 –        Janeiro-Dezembro de 2010.

 

GOMES, Itania Maria Mota. Modo de Endereçamento no Telejornalismo do Horário Nobre Brasileiro: o Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão. Trabalho apresentado ao NP 07 – Comunicação Audiovisual, do V Encontro dos Núcleos de Pesquisa da Intercom, 2005.

 

KISCHINHEVSKY, M.; et al. Por uma historiografia do rádio universitário no Brasil. Revista Brasileira de História da Mídia, v. 7, n. 2, 2018.

 

Matos, Rita de Cássia Aragão (2002). A metástase da imagem: um estudo sobre a representação da exclusão social no Jornal Nacional. Salvador: Faculdade de Comunicação da UFBA.

 

MENDES, C. M. O falar do Jornal Nacional: produção e recepção de um sotaque de natureza ideológica. Disponível em:< http://www.bocc.ubi.pt/pag/mendes-conrado-o-falar-do-jornal-nacional.pdf >. Acesso em: 20 nov. 2020.

 

NETO, J. S. Jornalismo De Televisão: Instrumento De Cidadania. Disponível em: < http://www.bocc.ubi.pt/pag/neto-joao-2018-jornalismo-televisao.pdf >. Acesso em 20 nov. 2020

 

REIS, R. (2014). Entre páginas e práticas: a influência do jornal expositor cristão para a efetivação da obra missionária no sul de Mato Grosso. Disponível em:< http://sbhe.org.br/novo/congressos/cbhe7/pdf/08-%20IMPRESSOS-%20INTELECTUAIS%20E%20HISTORIA%20DA%20EDUCACAO/ENTRE%20PAGINAS%20E%20PRATICAS-A%20INFLUENCIA%20DO%20JORNAL.pdf >. Acesso em 20 nov. 2020.

 

VIELLIARD, J.M.E. A diversidade de sinais e sistemas de comunicação sonora na fauna brasileira. Seminário Música Ciência Tecnologia, v. 1, n. 1, 2004.

WILLIAMS, Raymond. Televisão: tecnologia e forma cultural. Boitempo Editorial, 2017.

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