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XFartura ganha Inteligência Artificial e usuários descobrem uma nova maneira de escolher o que comer

8 de set.
5 min de leitura

Nova inteligência artificial do XFartura transforma a busca tradicional por restaurantes em uma conversa: em vez de navegar por dezenas de cardápios, o usuário pode simplesmente dizer o que está com vontade de comer.

“Estou com fome, mas não faço ideia do que pedir.”

Essa talvez seja uma das frases mais comuns de quem abre um aplicativo de delivery. São restaurantes, categorias, promoções e dezenas de pratos disponíveis, mas escolher continua sendo uma tarefa do consumidor.

O XFartura decidiu experimentar um caminho diferente.

A plataforma brasileira de delivery acaba de ganhar recursos de Inteligência Artificial, criando uma experiência em que o usuário pode conversar com o sistema para descobrir restaurantes, pratos e possibilidades disponíveis na plataforma.

A ideia é transformar aquela conhecida barra de pesquisa em algo muito mais próximo de uma conversa.

Em vez de procurar apenas por “hambúrguer”, por exemplo, o consumidor pode explicar o que realmente deseja: “Quero comer alguma coisa bem exagerada hoje”, “Estou procurando algo para dividir com três pessoas” ou “Quero uma sobremesa para acompanhar um filme”.

A inteligência artificial interpreta a intenção e utiliza as informações disponíveis no XFartura para ajudar o usuário a chegar às opções que combinam com aquele momento.

Você não precisa saber o nome do prato

Essa é uma das possibilidades mais interessantes da IA.

Imagine que você esteja com vontade de comer alguma coisa doce, mas não saiba exatamente o quê.

Em uma busca convencional, seria necessário escolher uma categoria, abrir estabelecimentos, navegar pelos cardápios e comparar produtos.

Com uma experiência conversacional, você pode simplesmente perguntar:

“XFartura, quero um doce bem chocolatudo para hoje. O que você sugere?”

Ou talvez:

“Quero uma sobremesa bonita para levar para um jantar.”

A diferença parece pequena, mas muda completamente a maneira de explorar um aplicativo de comida.

O usuário deixa de precisar pensar como um mecanismo de busca.

É o sistema que passa a tentar entender o usuário.

“Tenho R$ 50. O que dá para pedir?”

Preço também pode virar conversa.

O consumidor pode informar quanto pretende gastar e pedir ajuda para encontrar possibilidades dentro daquele orçamento.

“Tenho R$ 30 e estou morrendo de fome.”

“Somos duas pessoas e queremos gastar até R$ 80.”

“Quero jantar e ainda pedir uma sobremesa sem passar de R$ 100.”

Em vez de começar pelo nome de um restaurante, a experiência começa pela necessidade da pessoa.

Isso abre espaço para que estabelecimentos menores também sejam descobertos. Às vezes, o restaurante perfeito para aquele pedido não é aquele que o consumidor já conhece, mas um pequeno negócio próximo que possui exatamente o produto procurado.

A IA também pode virar sua parceira da indecisão

E talvez seja aqui que a experiência fique mais divertida.

Quem nunca passou vários minutos discutindo:

Pizza ou hambúrguer?

A conversa com a IA pode começar justamente assim.

“Eu quero pizza e meu namorado quer hambúrguer. Ajuda a gente.”

Ou:

“Escolhe alguma coisa para mim. Hoje eu não quero decidir.”

E até:

“Me surpreenda com alguma coisa diferente.”

A proposta é permitir uma descoberta menos mecânica e mais espontânea, aproximando o funcionamento do aplicativo da maneira como as pessoas realmente conversam sobre comida.

Dá para descrever até o seu momento

Nem toda escolha gastronômica começa pelo prato. Muitas começam pela ocasião.

Um encontro em casa, uma noite de filmes, almoço de domingo, aniversário, reunião entre amigos ou simplesmente aquela fome depois de um dia cansativo.

É possível transformar essas situações em perguntas.

“Vou receber quatro amigos em casa. O que podemos pedir?”

“Quero montar uma noite de cinema para duas pessoas.”

“Hoje quero comfort food. Alguma ideia?”

“Preciso de alguma coisa para levar para uma festa.”

“Quero experimentar algo que normalmente não pediria.”

A IA pode funcionar, assim, como uma espécie de concierge gastronômico digital, ajudando a transformar uma intenção em opções disponíveis dentro do ecossistema XFartura.

E que tal um desafio?

A tecnologia também abre espaço para interações que dificilmente existiriam em uma pesquisa convencional.

O usuário pode propor pequenos desafios:

“Monte um jantar para duas pessoas gastando até R$ 70.”

“Encontre a combinação mais interessante de salgado + sobremesa.”

“Quero três opções completamente diferentes entre si.”

“Tenho muita fome. Procure algo realmente bem servido.”

“Escolha meu jantar usando apenas restaurantes que eu ainda não conheço.”

Isso transforma a descoberta de comida em parte da própria experiência de pedir.

“Perto de mim” fica muito mais humano

A localização também pode fazer parte da conversa.

Em vez de simplesmente pressionar um botão de restaurantes próximos, o consumidor pode combinar distância com aquilo que procura.

“Quero alguma coisa doce perto de mim.”

“Estou com pressa. Quais opções próximas fazem sentido?”

“Quero descobrir um restaurante diferente na minha região.”

A tecnologia pode cruzar a intenção apresentada pelo consumidor com informações disponíveis sobre estabelecimentos e produtos para tornar a descoberta mais contextual.

E existe uma consequência importante nisso: o pequeno restaurante ganha uma nova oportunidade de ser encontrado.

O consumidor pode nunca ter pesquisado pelo nome daquele estabelecimento. Mas talvez tenha descrito exatamente aquilo que ele vende.

Uma nova vitrine para os restaurantes

A inteligência artificial do XFartura não foi pensada apenas como uma novidade para consumidores.

Ela também pode mudar a maneira como os estabelecimentos aparecem dentro da plataforma.

Quanto melhores forem as informações cadastradas pelo restaurante — descrição dos pratos, categorias, ingredientes, preços, características e disponibilidade — mais contexto existe para compreender o que aquele estabelecimento oferece.

Isso significa que um restaurante não precisa necessariamente ser conhecido pelo nome para participar de uma descoberta.

Se alguém disser “quero um bolo para comemorar um aniversário”, uma confeitaria local pode se tornar relevante para aquela conversa.

Se perguntar “o que posso pedir para quatro pessoas?”, estabelecimentos com produtos adequados para compartilhar podem entrar no processo de descoberta.

A IA pode se tornar, portanto, uma ponte entre aquilo que o consumidor deseja e aquilo que um comércio local tem para oferecer.

Mas quem decide continua sendo você

A proposta da inteligência artificial não é escolher obrigatoriamente pelo consumidor, muito menos esconder preços ou condições.

Ela funciona como uma ferramenta para descobrir, organizar e compreender possibilidades.

O usuário continua podendo consultar o restaurante, analisar os produtos, verificar preços e condições e decidir se deseja realizar o pedido.

IA pode sugerir.

Quem escolhe é você.

Essa distinção faz parte da filosofia que o XFartura pretende desenvolver para seus recursos inteligentes: utilizar tecnologia para reduzir dificuldades sem retirar a autonomia das pessoas.

Experimente conversar com a sua fome

Talvez a melhor maneira de entender a novidade seja simplesmente esquecer por alguns segundos que você está falando com um aplicativo.

Abra a IA do XFartura e tente escrever aquilo que você diria para um amigo:

“Estou com fome. Me ajuda?”

Depois experimente algo mais específico.

“Quero gastar pouco e comer bastante.”

Ou seja completamente imprevisível.

“XFartura, hoje você escolhe meu jantar.”

Pode falar de orçamento, ocasião, quantidade de pessoas, sabores, vontade de doce ou salgado, algo para compartilhar ou simplesmente admitir que não sabe o que quer.

É justamente aí que a Inteligência Artificial começa a fazer sentido.

O XFartura nasceu tentando utilizar tecnologia para criar uma relação diferente entre consumidores, restaurantes e entregadores. Agora, a inteligência artificial acrescenta uma nova peça a essa proposta: fazer a tecnologia compreender melhor aquilo que as pessoas estão procurando.

Porque talvez o futuro do delivery não comece com uma lista de restaurantes.

Talvez comece com uma frase:

“O que você está com vontade de comer hoje?”

XFartura — agora você também pode conversar com a sua fome. 🧡🤖🍔


 
 
 

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