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Paciente é tratado com desdém na UBS Jardim Progresso

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Na manhã do dia 18 de julho de 2025, um paciente buscou atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) Jardim Progresso, em Rio Claro (SP), relatando sintomas preocupantes, como dor persistente e um episódio recente de sangramento. No dia anterior, o próprio corpo técnico da unidade havia orientado que o paciente poderia retornar na data seguinte para ser acolhido, mesmo sem agendamento prévio.


Ao chegar à UBS, no entanto, o paciente se deparou com tratamento negligente e desrespeitoso por parte da equipe de enfermagem. A responsável informou que o médico não realizaria o atendimento — ou que, caso o fizesse, seria apenas para prescrição de analgésico, sem possibilidade de solicitar exames ou aprofundar a investigação clínica. Mesmo após o paciente apresentar exames já realizados e relatar desconforto e dor, foi orientado a agendar consulta para outro dia.


Diante da gravidade dos sintomas, o paciente insistiu no atendimento e questionou: “E se eu for para casa e tiver uma hemorragia?”. Ao mencionar que era profissional da imprensa e acompanhava o funcionamento da unidade, foi então ameaçado com a acusação de desacato, o que pode ser interpretado como uma tentativa de intimidação diante de uma legítima reivindicação por assistência.


O caso expõe fragilidades ainda presentes na atenção primária à saúde em muitos municípios brasileiros. A falta de empatia, de preparo para o acolhimento e a recusa em garantir um atendimento adequado podem colocar vidas em risco. É importante lembrar que o atendimento em situações de urgência e sofrimento deve ser imediato, conforme os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), e que a humanização do cuidado é parte essencial da ética profissional na saúde.


Situações como essa revelam a urgência de formações contínuas e avaliações rigorosas sobre a conduta de profissionais nas unidades públicas. Negar atendimento, minimizar sintomas relatados por pacientes ou desencorajar a busca por cuidado adequado são práticas que contrariam o direito à saúde e comprometem a confiança da população no sistema básico de saúde!

 
 
 

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